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Buraco negro, Stormtroopers e alguns bilhões

Aproveitando o clima espacial (não tem nada a ver com isso aqui, mas é bem legal. Vem!), vamos te levar para uma galáxia muito, muito distante onde o Marketing encabeçou uma revolução na maneira como nós vendemos cinema no mundo. Já sabe de quem a gente é pai, né? Ops, de quem a gente tá falando, rs.

“AI, EU ADORO STAR WARS”. Alto lá! esse texto não é sobre a saga, não, nem sobre George Lucas, mas sobre um cara chamado Charles Lippincott – que talvez você não conheça, mas é o verdadeiro Mestre Jedi dessa história toda, aí. Então vamos:

Em primeiro lugar, vamos ser realistas (mesmo se você for team Star Trek): não há praticamente ninguém que não seja um ermitão e não conheça o universo Star Wars. Isso é poderoso, você precisa admitir.

Se você for à 25 de março – especialmente se um dos filmes da saga estiver sendo exibido nos cinemas – você provavelmente achará calcinhas de tecido sintético homenageando (?) a saga (SÉRIO, CLICA AQUI). Acho que deu pra você entender a proporção que isso tomou, né?

Jedis, Siths, robôs de todo o tipo e a cara do Harrison Ford estampam brindes em lanchonetes, brinquedos infantis, camisetas, cadernos, mochilas… até mesmo uma versão especial de celulares Android já foi feita especialmente para os fãs de Guerra nas Estrelas.

Beleza, essa foi a mágica. Quem foi o mágico?

Charles Lippincott era o encarregado pela divulgação do primeiro filme da saga, o que na época não queria dizer muita coisa. Aprova o trailer aqui, faz uma social com as pessoas certas ali, nada de muito trabalhoso precisava ser feito para garantir que o longa seria “divulgado”.

Se ele tivesse feito o que todo mundo fazia, você provavelmente nunca teria deixado George Lucas bilionário. Ao invés disso, Lippincott traçou uma brilhante estratégia de merchandising que arrebatou o filme para as estrelas.

A grande sacada do produtor foi varar as telas do cinema: ele produziu bonecos dos personagens, brinquedos e produtos dos mais variados tipos, LP’s da trilha musical do filme, enfim, só faltava vender as toalhas usadas pelos atores da produção. E isso, meu amigo, fez com que as pessoas deixassem de enxergar um filme e vissem o UNIVERSO Star Wars.

Então vieram os depoimentos da produção e direção, erros de gravação e todo tipo de filmagem que antes era considerada inútil, agora brilhantemente transformadas em edições especiais dos filmes da saga.

Resumindo: Lippincott transformou um filme B, maluco demais para dar certo na época de seu lançamento em um verdadeiro império. “Apenas Stormtroopers são tão precisos”, certo?

Chora, Houdini. Não há truque mais poderoso que Branding e Merchandising juntos. Hoje Star Wars é um universo rentável, uma verdadeira MARCA, que vende inesgotavelmente há quase 50 anos.

Olha, a verdade é que a gente contou essa história tão, tão grande pra te fazer entender de uma vez por todas o valor do pensamento criativo, da renovação das formas pré-estabelecidas de vender uma ideia e da ousadia de fazer diferente do resto.

Corra atrás, cavaleiro Jedi! Chama a gente pra tomar um café. Juro que a gente topa.

Branding, Cinema, Marketing, Publicidade, Star Wars

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