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Já ouviu falar em dinheiro cor-de-rosa?

Você já ouviu falar em Pink Money? E na Anitta? “Ah, na Anitta já, né? Todo mundo já ouviu falar na Anitta. Agora, esse Pink Money aí…sei não. É banda?”

Rs. Não. Vou te explicar tim-tim por tim-tim o que que isso quer dizer e por que você deve saber muito bem o que esse termo significa. Vem comigo:

Pink Money é um termo criado pelo Marketing para definir a comercialização de produtos para o público LGBTQ +. Esse mercado é MUITO maior do que você imagina, tá? Lá em 2016 a revista IstoÉ já estimou que o público homossexual movimentava cerca de US$ 3 trilhões em consumo ao redor do mundo.

Tá bom, querida? Esse ano a Globo afirmou que o público arco-íris gasta cerca de R$150 bilhões ao ano, só no Brasil. Inclusive não é à toa que você tá vendo mais receptividade por parte da emissora com essa causa, amore.

Pra “Grobo” o público LGBT representa cifrões – e não só pra ela. Muitas empresas modificaram seu formato de comunicação e aderiram a linguagens que dialogam diretamente com essa galera.

Pudera: segundo as estatísticas, os homossexuais ganham mais e gastam mais, pertencendo em sua maioria às classes A e B. Eles gastam com comida, entretenimento, turismo, guarda-roupa…o dinheiro também é livre, amô!

“Tendi. Mas e a Anitta?”

Então, a Anitta, que não é boba nem nada, também sacou tudo isso que eu tô te explicando. Quando a carreira da cantora explodiu e ela deixou o funk para ingressar de vez no POP, ela mirou nas GAYS (e o tiro do cupido foi certeiro). 

O pote no fim do arco-íris chegou rápido pra Larissa (o verdadeiro nome da artista). O público LGBT alavancou sua carreira e a colocou sentadinha no trono das divas. “Fica aí, Anira. Continua comprando nossa briga e a gente continua depositando seu cachê, tá bão? Então tá bão”.

A fada do Pink Money deixava o dinheirinho da cantora embaixo de seu travesseiro toda noite e sua carreira musical foi catapultada de um jeito que nem ela acreditou direito. Rs.

Até aí tudo bem né? Mas então vieram as eleições presidenciais e a rainha do quadradinho de oito fez uma escolha fatal: não se posicionar contra o conservadorismo. O tiro saiu pela culatra e a comunidade gay não perdoou essa gafe, cara. BANG, BANG! Ah, e teve o incidente Nego do Borel também. Complicado.

A Lari sofreu boicotes, foi infinitamente criticada, perdeu boa parte de seu público seguidor e, consequentemente, muito dinheiro.

Enfim… eu poderia ficar aqui passando o filme triste da Anitta por muito tempo, mas vamos à moral da história? Anota aí o que o tio vai falar:

Dialogar com o público gay é rentável? É. Mas eles esperam mais do que comerciais coloridinhos e discursos rasos sobre representatividade.

Seja pelo Pink Money ou não, das marcas eles esperam respeito e buscam consumir e enaltecer empresas verdadeiramente comprometidas com a causa. Se você não está disposto – ou preparado – para isso…é melhor não forçar a barra, amore.

A Anitta saiu bem arranhada dessa briga e pode me cobrar se o que eu vou falar agora não acontecer: mais exemplos virão.

Se você tem uma empresa – especialmente uma que dialogue com o público jovem, mais engajado nessa causa – minha recomendação é que você não tome decisões publicitárias sozinho. Cada campanha deve ser pensada do início ao fim, as pautas muito bem definidas, os objetivos mais ainda.

Ter uma agência experiente do seu lado faz toda a diferença nessa hora, viu? Olha só que coincidência…a gente pode te ajudar. VEM!

Anitta, Entretenimento, Marketing, Pink Money

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