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Senhoras e Senhores, a redação!

Vamos começar com fatos? Hoje eu tô malvada: social media não é redator e redator não é social media. Designer não é redator (muito menos social media), nem atendimento e talvez nem o redator seja redator, de fato – se não se preocupar em ser. Onde eu quero chegar com esse trava-língua? Vamos, enfim, falar sobre redação publicitária. Sem dó nem piedade.

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Não sei se você aí do outro lado da tela sabe (espero que sim), mas a humanidade só evoluiu quando inventou a escrita. Antes disso era só “bateção” de osso com osso, por muito tempo.

A aurora do homem só de fato aconteceu quando ele compreendeu que precisava encontrar um jeito de armazenar o conhecimento adquirido pela experiência para as próximas gerações.

Aí, tudo começou a dar mais ou menos certo e hoje você está aqui, lendo esse texto. POIS BEM: o recado foi muito bem anotado. Comunicar-se bem é primordial para a fluidez de qualquer negócio nesse mundo. Interpretação de texto pode salvar vidas (ou destruí-las).

A verdade não morde (mas machuca)

Dada a importância da comunicação escrita, especialmente na era da internet, obviamente o profissional responsável pela redação será figura importante dentro do universo da comunicação, certo?

ERRADO. Me desculpa chegar assim, com um buquê de verdades pra te entregar, eu sinto muito ser o emissário de más notícias para você, mas essa é a realidade. Principalmente se você trabalha no interior do Estado, é assim que a banda toca.

A redação quase sempre foi deixada em segundo plano dentro dos processos internos de uma agência de publicidade e marketing e na comunicação das empresas (de pequeno, médio e grande porte, SIM!). Pasmem: muitas agências sequer tem um redator.

Já vi erros gravíssimos em sites institucionais de multinacionais, textos mal pensados, frases em destaque com palavras pobremente escolhidas. Não me entenda mal, erros acontecem.

Mas é fácil distinguir um erro pontual da falta de preocupação com a linguagem escolhida, né? Sim, é sim.

As consequências? Algumas. Podemos citar aqui a evasão dos profissionais da área e, consequentemente, o aumento da procura por freelas (o que, sejamos francos, não é o melhor cenário para ninguém).

A terceirização dessa função é uma triste realidade: são poucas as agências e empresas que invistam em um profissional contratado – já que é mais caro e $ifrões são tudo para alguns.

Daí, se faz qualquer negócio: o social media vira redator, o redator agora é social media – isso quando não é o profissional de Marketing que faz tudo isso e mais um pouco.

Foi em meio a este cenário que algo inusitado e muito bem-vindo aconteceu: começamos a falar sobre experiência do consumidor.

A lUX no fim do túnel

O futuro era quase ciberpunk para os profissionais da redação. Até que chegou ela: a preocupação com a experiência de quem consome um produto/conteúdo/qualquer coisa.

O próprio comportamento do consumidor forçou uma mudança na forma de se comunicar com ele, logo, na indústria da comunicação como um todo.

Como o redator ganha com isso? Ora: o texto é, afinal, o primeiro contato das pessoas com um produto, né? Pelo menos, é a primeira INTERAÇÃO do consumidor com o produto. A leitura é sempre interativa, quando bem estruturada.

O navio dos UX Writers aportou no cais em 2018 (mais ou menos quando começamos a ouvir falar bastante nesse termo), trazendo uma nova esperança para quem trabalha na área: agora, sim, podemos falar abertamente sobre a importância da escrita na transmissão de ideias.

Tá, ainda não estamos exatamente onde queríamos. Mas é um começo, cara! Um belo começo. Dá uma espiada na #UXWriting no LinkedIn!

Qualidade, amore! Qualidade.

Agora, mais do que nunca, qualidade na comunicação é a pedida. A gente sempre fala isso por aqui, e vai continuar repetindo até que fique cristalino pra você: passar a mensagem é importante. Acima de tudo. Combinado?

Nessa onda de otimizar experiências, redatores precisam pensar na mensagem a ser passada. Se tudo der certo, o texto conquista seu espaço merecido dentro da comunicação – por mais irônico que isso pareça, né.

Agora que o microfone está ligado, bora falar, né? Ou melhor…escrever.

Tchau!

Comunicação escrita, Redação, UXWriting

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